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Miradouro das Alminhas
Miradouro das Alminhas

(Estrada do Candedo)
As vertentes escarpadas da Ribeira do Mosteiro formam uma varanda privilegiada com vistas para a formação geológica do “ sinclinal de Poiares ”, um valioso conjunto de património geológico do concelho. É neste local de rara beleza paisagística que se situa este atractivo Miradouro, cujo acesso é feito a pé ou de carro pela Estrada do Candedo (+/- 5 km).

Inserido em escarpas de montes íngremes, este local é um verdadeiro paraíso para qualquer geólogo uma vez que se podem observar os perfis geológicos destes montes exibindo curvas e contracurvas como ondas sólidas que percorrem as rochas. Os xistos e os quartzitos estão estratificados, dobrados, estrangulados, agressivos e selvagens, mas ao mesmo tempo estáticos, dóceis, absorvidos e domados, transmitindo ao visitante um cenário onde de súbito se sente esmagado pelo espectáculo destas perturbações geológicas, cujas gargantas tão fundas e estreitas, tão grandiosas e majestáticas nos fazem sentir o quanto somos insignificantes perante os desígnios da mãe natureza, transformando este local num dos miradouros mais interessantes do concelho.

 

 

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Miradouro do Penedo DurãoMiradouro do Penedo Durão

(Serra de Poiares)
É o mais antigo miradouro turístico do concelho, rico de admiráveis pontos de visão panorâmica ao longo do rio Douro até alturas de Lagoaça, tornando-se uma visita praticamente imperativa.
A escarpa cai quase a prumo sobre o Douro, justamente sobre o ponto onde termina a navegabilidade do rio, o chamado “Saltinho”, no qual está situada a barragem hidroeléctrica de Saucelle que do Penedo Durão se vislumbra tão bem como se o observador estivesse suspenso num teleférico.

Deste local colhe-se uma magnifica vista que abrange a indefinida amplidão planáltica de Salamanca e Zamora, assim como os recortes rochosos que se prolongam até Barca de Alva, constituindo um propício abrigo de vastas plantações de oliveiras, amendoeiras, pomares e vinhas.
Em baixo, na base da profunda escarpa serpenteia a E.N. 221 que liga Freixo de Espada à Cinta a Barca de Alva. Em volta dos ciclópicos fraguedos gravitam no seu voo planado com majestosa serenidade as águias, que aqui fazem os seus inacessíveis esconderijos de repouso e procriação.

 

 

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Miradouro do ColadoMiradouro do Colado

(Mazouco)
Num terraço sobranceiro à aldeia de Mazouco está situado este bonito miradouro, zona de transição entre os terrenos graníticos e de ravinas abruptas, onde o rio Douro ao longo de milhares de anos escavou o seu leito tortuoso, e as vertentes suaves e xistosas, locais privilegiados para a produção dos néctares do Douro.

Mais próximos do rio avistam-se laranjais e olivais a perder de vista enquanto nas zonas com maior declive e de mais difícil acessibilidade os carrascos e os zimbros formam frondosos bosques servindo de refúgio à Raposa, ao Javali e mais raramente ao Corço. Pairando lá em cima, nas alturas, podemos apreciar durante horas o voo planado do Abutre do Egipto e do Grifo, ao mesmo tempo que tentamos adivinhar os seus locais de nidificação nas escarpas praticamente inacessíveis debruçadas sobre o rio. A Cegonha - preta, a Águia – real, a Águia calçada e o Milhafre – preto têm também uma presença regular neste local.
Deste interessante miradouro observa-se ainda a bonita aldeia de Mazouco que pelo seu importante património arqueológico, histórico e etnográfico merece uma atenta visita.

 

 

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Miradouro do CarrascalinhoMiradouro do Carrascalinho

(Fornos)
Neste local toda a natureza nos maravilha e delicia com uma paisagem única e inigualável. O espaço parece permanecer virgem e selvagem quase que intocado por mão humana desfrutando-se de uma vista magnífica sobre um amplo vale, cujas encostas estão cobertas com vegetação ainda autóctone espelhando no Douro um verde único e carregado, destacando-se entre todos os arbustos o Lodão, que forma nestas paragens a mancha mais extensa de toda a Península Ibérica.

Envolvendo a paisagem que nos rodeia podemos ainda detectar na outra margem do rio a povoação espanhola de Mieza, aqui quase ao alcance da mão e numa posição ultra defensiva situa-se o castro de Lagoaça, os olivais e laranjais distribuídos em socalcos pelas encostas, enquanto na planície vislumbramos elevado número de construções graníticas conhecidas como “corriças”, destinadas a guardar o gado caprino.
Não é raro vislumbrar deste miradouro a silhueta altiva da Águia – real, o maior predador alado de toda a Europa, o que só é possível pela abundância e inacessibilidade dos afloramentos rochosos das arribas do Douro que conferem a esta espécie a protecção e tranquilidade necessárias durante o período de nidificação. O Britango é uma outra ave de rapina frequentemente observado entre Março e Agosto pois trata-se de uma ave migratória que se desloca para África durante os meses de Inverno. Esta espécie de abutre está intimamente relacionada com a pastorícia, uma vez que a sua alimentação é suportada essencialmente por cadáveres de animais, normalmente ovelhas e cabras, que por uma ou outra razão são abandonados pelos pastores nos campos.

 

 

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Miradouro da CruzinhaMiradouro da Cruzinha

(Lagoaça)
Este miradouro, estrategicamente situado em frente da meseta castelhana onde pontifica a vila de Aldeadávilla que dá o nome à enorme barragem que aqui se construiu, tem uma paisagem profundamente transmontana. Num declive acentuado, o vale profundo do Douro apresenta as suas indomáveis e características arribas que pelo labor épico do Homem transmontano, foram transformadas em pequenos jardins de oliveiras, divididos por socalcos até onde os nossos olhos alcançam, transmitindo aos nossos sentidos um respeito contemplativo da natureza.

Lá em baixo, no fundo, o outrora selvagem rio Douro assemelha-se a um tranquilo espelho de água, dirigindo-se mansamente para sul e reflectindo as sombras das grandes aves planadoras que neste local têm os seus habitats. É o caso da Águia – real, da Cegonha – preta, do Abutre do Egipto e especialmente do Grifo, localmente chamado abutardo, cuja envergadura de 2,30m é presença vigilante nos céus e ravinas de todo este troço duriense.

 

 

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Mapa de localização dos Miradouros