Casa quinhentista que serviu como prisão Municipal e conhecida ao longo de séculos como “Casa da Cadeia”. Foi feita a sua total recuperação para nela
se situar um pólo museológico dividido por 4 salas:
SALA 1
Breve História Geológica A história mais remota do concelho de Freixo de Espada à Cinta está “escrita” nas diferentes rochas que encontramos nesta região. Assim, se imaginarmos uma vertiginosa viagem no tempo e recuarmos até há cerca de 550 milhões de anos antes do presente, chegaremos à época em que estaria a ocorrer a deposição de areias e argilas, num mar mais ou menos profundo, que estiveram posteriormente na origem dos xistos actuais e originando os solos onde maioritariamente se encontram plantadas as famosas vinhas desta região.
Arte rupestre paleolítica de ar livre. A arte rupestre paleolítica de ar livre, constitui sem dúvida o mais importante avanço no estudo da iconografia paleolítica, desde a sua autenticação nos inícios do século XX. A descoberta de três figuras zoomórficas, correspondendo a mais bem conservada a um cavalo de 62 cm gravado pela técnica de abrasão conhecido como “ cavalo de Mazouco”, o primeiro localizado em todo o continente europeu logicamente contemporâneas gravuras paleolíticas do vale do Côa (Vila Nova de Foz Côa).
SALA 2
A Cultura dos Berrões Ao longo da sua existência, o ser humano vai marcando os territórios que ocupa para viver e para morrer e, como ser pensante, vai problematizando o que o rodeia. Uma das manifestações religiosas que está intimamente associada ao território de Freixo de Espada a Cinta é o culto que durante a Idade do Ferro e no período romano se fez ao porco.
Denominados por “berrões” ou “verracos”, são representações escultóricas, normalmente em granito, de porcos, javalis, touros, carneiros e talvez ursos.
Romanização Os efeitos da presença romana no ocidente peninsular são, naturalmente, profundos e duradouros, enquadráveis no processo de aculturação a que normalmente chamamos «Romanização». A ocupação romana do concelho de Freixo de Espada à Cinta está documentada essencialmente pelos achados epigráficos e numismáticos. Destaque especial para a estela funerária da Estação do Freixo, a do Castro de S. Paulo e dos achados numismáticos realce para o magnífico espólio numismático achado no sítio arqueológico de Santa Luzia. Podemos ainda destacar as escórias de ferro, a cerâmica grosseira, as peças de cerâmica fina, os fragmentos de vidro colorido, pesos de tear e de rede, objectos de adorno e de toillete.
SALA 3
Dos Forais ao Município
A Vila de Freixo de Espada à Cinta e a Arquitectura Tardo-Medieval onde se destaca a apresentação da primeira imagem conhecida desta vila da autoria do desenhador da corte de D. Manuel, Duarte D’Armas e a colecção da evolução da moeda nacional de D. Sancho II à implantação da República. Saliente-se também nesta mesma sala a exposição de uma tossa de arte manuelina, as balas de canhão e uma baioneta proveniente das movimentações militares napoleónicas e dos conflitos peninsulares que se lhe seguiram.
SALA 4
A Evolução do Mundo Agrário
Nesta última sala apresentamos muito sucintamente uma retrospectiva do desenvolvimento urbano, técnico e tecnológico da nossa terra. Salientemos os utensílios domésticos e as alfaias agrícolas que eram utilizados diariamente num passado não muito distante.
Horário de verão
1 Abril / 31 Outubro
Terça-feira a Domingo
Segunda-feira
10.00h às 13.00h
15.00h às 18.00h
Encerrado
Horário de inverno
1 Novembro / 31 Março
Quarta-feira a Domingo
Segunda e Terça-feira
10:00h às 13:00h
14:30h às 17:30h
Encerrado
Preçário
Museu Estabelecimentos de ensino Jovens até 14 anos
Jovens dos 14 aos 25 Professores e Reformados Domingos até às 13h