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O Nome

José António Junqueiro nasceu em Ligares a 02 de Outubro de 1828 e faleceu em Freixo de Espada à Cinta a 04 de Julho de 1911.
Veio muito novo para Freixo, talvez ainda adolescente, trabalhar no estabelecimento de Manuel Joaquim Guerra. Casou com uma sua filha, Ana Maria, em 1848 e deste matrimónio nasceu o poeta Abílio Manuel Guerra Junqueiro, a 15 de Setembro de 1850. Ana Maria faleceu em 1855, mas três anos depois José António casa com Francisca, irmã de Ana Maria, de quem teve cinco filhos: Amândio, Ana, Inês, Laura e Júlia. 

 

José António Junqueiro           Assinatura de Junqueiro


O Homem 
Não é só por ser pai do poeta Guerra Junqueiro. É também, principalmente, por ter sido um notável do seu tempo. Junqueiro Velho, como era conhecido, evidenciou desde muito novo qualidades de comerciante voltado para o progresso e para o futuro.
Homem de negócios, cedo se fez notar no Porto, dentro do meio, conhecendo todos e de todos conhecido, desenvolvendo as mais diversas transacções sempre com perspicácia e actualidade.
Agricultor, percebeu que o futuro não estava mais nas terras de pão e azeite, mas sim em culturas mais ricas. Assim, desenvolveu a cultura da amendoeira e, especialmente do vinho generoso, ao qual deu um grande impulso quando em momento de crise ajudou a casa Cockburn & Smithes, que posteriormente se implantou como compradora na região de Freixo.
Homem de Cultura, cuidou especialmente da educação dos seus filhos. Na viragem do século visitou com eles a Grande Exposição Universal de Paris, apesar das dificuldades de transportes, enquanto outros bem mais ilustres não se afoitaram por essa Europa fora.

A Casa
 
José António Junqueiro após o casamento começou a construção de uma casa grande e de família no Largo do Vale.
Entretanto foi morar para uma outra mais pequena, onde nasceu o poeta. Quando concluiu a casa do Largo do Vale, recebeu uma boa oferta da parte da Câmara para compra.
Vendeu-a de imediato e foi morar com a mulher e filho para o Convento de S. Filipe de Nery, pertença da família.
Entretanto ampliou e construiu a casa da Rua de S. Francisco, nº7, ainda hoje na posse de descendentes directos, onde agora se encontra instalado o museu que leva o seu nome. 

 Casa Museu         


O Museu

Este Museu nasceu da vontade de um grupo de freixenistas interessados no desenvolvimento cultural da sua terra. Em 1998  aperceberam-se que tinham em mãos o espaço e o material necessários para constituir um pólo museológico que poderia valorizar o património cultural de Freixo de Espada à Cinta. Meteram mãos à obra e o Museu abriu as portas ao público a 8 de Julho de 2001.
O objectivo primordial deste Museu é alertar todos os que o visitam da importância e Planta do Museupreservação de tudo o que faz parte da vivência e cultura rural. Através de objectos de uso diário, no início do séc. XIX, intenta-se dar relevo à necessidade de manter bem vivas as nossas raízes rurais e de as valorizar.
     

 

 desdobrável

 DESDOBRÁVEL

  A Recepção

É o espaço destinado a receber todos aqueles que visitam o Museu do Território e da Memória. Toda a informação útil e produzida destinada ao público está disponível neste espaço, nomeadamente:
1) Catálogos; Desdobráveis; Postais; Artigos artesanais...
2) A planta do edifício e o trajecto ideal para visitas;
3) O valor das taxas e o seu pagamento;
4) A marcação de visitas Guiadas  ao Museu.

 

É também nesta zona que se encontra a vitrina referência deste pólo museológico dedicado a José António Junqueiro Júnior. RecepçãoNela podemos apreciar alguns documentos pessoais; o seu tinteiro e caneta ou ainda um pequeno álbum que trouxe da Exposição Universal de Paris. O aspecto didáctico e artesanal deste espaço é dado por uma artesã que em permanência desenvolve o seu mester num tear manual.

 

 

  Vestuário e Enxoval

Foi a última sala a ser aberta ao público e nasceu da recolha de vestuário e outros têxteis utilizados na casa de José António Junqueiro, em meados do século XIX. VestuárioEsta sala inclui uma amostra de peças de vestuário e de enxoval, com rendas e bordados finos usados em casas mais abastadas. É também uma homenagem a uma arte que elaborou verdadeiras relíquias produzidas e usadas há cerca de 150 anos, atestando o requinte, luxo e perfeição do que as Senhoras trajavam à data.

 

 

  A Agricultura

A sala das alfaias agrícolas constitui um elemento importante para a compreensão da agricultura nesta região trasmontana. A par da vida doméstica desenvolvia-se a vida agrícola, essencial ao sustento da família e na qual desde muito cedo todos participavam. A agriculturaSalientemos que muitas destas alfaias eram fabricadas localmente e representam o engenho, a arte e a criatividade deste povo. Devido a este facto não devem nunca ser olhadas como velharias, mas sim como etapas de um processo de desenvolvimento e transformação técnica, técnológica e económica.

 

 

  O Sóto

Para as autoridades locais estes mercadinhos particulares localizados próximo dos moradores demonstram modernidade, O sótouma vez que era nesta loja tradicional onde se ia comprar tudo desde as alfaias agrícolas, retrosaria, produtos alimentares, etc. Era também ponto de encontro e centro de conversas e mexericos locais. Enfim...o antepassado das grandes superfícies comerciais.

 

 

 

  O Quarto

O quarto pode considerar-se um produto imediato das relações do Homem com o meio natural que o rodeia. Para certos autores a casa popular, e sobretudo a casa rural, é concebida não apenas como um abrigo, mas sobretudo como um verdadeiro instrumento agrícola que é preciso adaptar às necessidades de exploração da terra.O quarto O quarto de dormir era para os pais, na medida que o estatuto social das crianças e dos adolescentes, até recentemente, só passava a ser considerado já muito perto da idade adulta. Era não só o local para dormir e fazer a higiene diária, mas também onde se guardavam roupas e enxovais e se costurava nas horas vagas.

 

 

  A Cozinha

A cozinha é a divisão essencial da casa, onde decorre o mais importante da vida de relação familiar. É o local de reunião de toda a família quer A cozinhanas gélidas e intermináveis noites de Inverno à volta da lareira, quer nas noites quentes de Verão, entre portas a apanhar ar fresco. Por este facto, a cozinha é o maior compartimento da casa e local onde permanece sempre ao lado da lareira um grande banco, conhecido por escano.

 

 

 

 



 Horário de Verão     1 Abril / 31 Outubro
    Terça-feira a Domingo    10:00h às 13:00h
                                   15:00h às 18:00h
    Segunda-feira    Encerrado

    Horário de Inverno     1 Novembro / 31 Março
    Quarta-feira a Domingo    10:00h às 13:00h
                                   14:30h às 17:30h
    Segunda e Terça-feira    Encerrado

  Horário 
 Horário de Verão     1 Abril / 30 Setembro
Terça-feira a Domingo

Segunda-feira  

09.30h às 12.30h - 14.30h às 18.00h

Encerrado

Horário de Inverno     1 Outubro / 31 Março
Quarta-feira a Domingo   
Segunda e Terça-feira

09.30h às 12.30h - 14:00h às 17:30h

Encerrado

 

 

 

 

 Preçário

 

Museu  
Estabelecimentos de ensino  
Jovens até 14 anos  

Jovens dos 14 aos 25  
Professores e Reformados  
Domingos até às 13h  

1,00 €

Entrada Livre

Entrada Livre

50% desconto

50% desconto

Entrada Livre

   
  Marcações 

Visitas de Estudo ou Guiadas, por marcação. 

Telefones:

 

279 653 480

939 807 452

 

 

Logótipo MuseuMuseu Regional Casa Junqueiro
Rua de São Francisco, 7 R/C
5180-144 Freixo de Espada à Cinta

E-mail da Casa Junqueiro Velho Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail